PILARES BÁSICOS DO PROJETO:
Olá, amado(a)(s),
Neste contexto de diferentes ideologias religiosas, precisamos de uma revolução cultural e espiritual que nos devolva a esperança no futuro.
Numa reflexão sobre o Projeto Discipulado sem Fronteiras (DSF), estabelecemos que a educação aparece como uma análise da visão do que é otimista do ponto de vista aceitável pela moral dentro desta situação econômica globalizada definida por gritantes injustiças sociais, bem como na adoção uma postura de crítica, bíblica.
Como para o ser humano, o crer é muito importante para a necessidade diária, o projeto para a oferecer uma noção básica sobre a espiritualidade cristã, numa possibilidade de protestar contra a miséria humana e os valores desta sociedade humana globalizada.
Para uma educação Religiosa Relevante, temos que distinguir a questão entre a educação e profissionalização do professor educador.
A vocação e o esmero profissional devem induzir a uma formação de caráter gerador de vida e amor, com critérios, incentivos, abrangências, utilidade do ensino e agir com flexibilidade, não fugindo de assuntos, mas agir com coerência e democracia.
Assim, estabelecemos alguns pilares básicos filosóficos do Projeto (DSF):
* OBEDIÊNCIA:
Assim como o Senhor Jesus foi em tudo obediente ao Pai, o servo de Deus também, tem que ser obediente e esta obediência vem do conhecimento das ordenanças de Deus e de suas recompensas.
Sendo que este conhecimento se dará através da leitura e do Estudo da Palavra de Deus, para se saber qual seja a boa perfeita e agradável vontade de Deus (Rm.12:2).
Através da leitura e do estudo da Palavra, devemos gerar obediência pela conscientização individual do querer obedecer e viver esta Palavra, o que provocará uma transformação de dentro para fora, levando cada um a se interiorizar e ver o que precisa deixar para trás, morrendo e nascendo para dar frutos para o Reino de Deus.
* SUBMISSÃO:
É uma atitude de se colocar tudo ao dispor de Deus, digamos que seja uma atitude de confiança em que pela fé e o amor que temos por Ele, sabemos que em nada nos deixará desamparado.
O próprio Senhor Jesus nos manda confiar inteiramente nele, quando nos diz na sua Palavra: “Vinde a mim todo vós que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei; tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Por que o meu jugo é suave e meu fardo é leve.” Mt 11: 28-30.
Existem quatro proposições que nos garantem submissão: · A autoridade de Cristo é suprema; · Reconhecer que Cristo reina através da autoridade delegada; · Recebemos autoridade através de nossa submissão; · Exercemos nossa autoridade servindo.
* AMOR
O AMOR a Deus e ao próximo é o cumprimento de tudo o que o Senhor nos ensinou e nos ensina na Sua Palavra, portanto deve ser primordial em um discipulado o ensino do amor a Deus e ao próximo, como a si mesmo.
Principalmente pelo fato de primeiramente amarmos ao próximo, pois em 1 Jo 4: 19-21 nos diz que se não amamos ao nosso irmão que vemos como poderemos amar a Deus que não vemos.
Por outro lado, temos também, o fato de amarmos a nós mesmos, pois se não temos amor próprio, como poderemos amar aos outros, isto sem egoísmos e sem individualismos?
Isto passa pelo fato de nos valorizarmos, querermos para nós aquilo que nos edifica e nos afasta do mal e do pecado e rejeitarmos os prazeres e os atrativos passageiros do pecado que nos levam a falta de comunhão e de intimidade com Deus.
* PERDÃO
É uma das maiores características de amor que Deus nos deu, e isto passa por algumas fases:
· Aceitar o perdão de Deus; · Perdoar a si mesmo baseado no perdão que Deus nos concedeu; · Perdoar aos outros; e, · Aceitar o perdão dos outros.
Outra característica do Amor a Deus e ao próximo é a vida em comunhão e em comunidade que tem como características a vida como membro do Corpo de Cristo, sabendo que: · A comunidade é o principal elo com Deus; · A comunidade é o nosso elo com os outros irmãos.
* ORAÇÃO
O tipo de cristão que dizemos ser dependerá da intimidade que tivermos com o nosso Deus, e essa intimidade é conseguida através do tipo de comunicação que existe entre nós e o nosso Deus, pois quanto mais diálogo, mais se conhece um ao outro, mais confiança existe um no outro, mais parceria haverá com o outro e mais abertura se conseguirá para se falar àquilo que se quer ao outro.
Porém, nesta freqüência contínua de diálogo, tem que haver o “diálogo sincero”, ou seja, a transparência, honestidade, elogio, ação de graças, saber ouvir aquilo que Deus tem para falar, seja o que queremos ouvir ou não, sendo coerentes com Deus com uma vida de oração equilibrada e contínua.
Deus nos abençoe,
EQUIPE DSF